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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Tortinha de pêssegos, alecrim e castanha de caju (Peaches, Rosemary and Cashew Nut Pie)



A farra dos pêssegos ainda estava acontecendo aqui em casa e eu precisava extravasar aquela quantidade animal de frutas que foi comprada. Já tinha comido puro, com iogurte, feito suco... tava na hora de colocar no forno!

Eis que assisto a um episódio do Bela Cozinha em que a fofa Bela usa uma massa feita com nozes moídas e fubá como base. Que simplicidade, que amor. Terminei de assistir o programa e corri pra cozinha pra fazer a minha versão.

Sem glúten, sem lactose e vegana.

O recheio? Pêssegos, é claro! E um perfume de alecrim, que estava fresquinho e dando sopa aqui em casa. Ah, já falei que também tem baunilha? Pois é... usei um tal Extrato Caseiro de Baunilha (receita aqui).



Tortinha de Pêssegos, Alecrim e Castanha de Caju

Recheio:
1 pêssego grande
1 col sopa de extrato caseiro de baunilha
5 pétalas de alecrim cortadas ao meio (opcional)
1 fio de melado

Descasque e pique os pêssegos. Deixe marinando com a baunilha, o alecrim e o melado e vá fazer a massa.

Massa:
1/3 xícara de castanhas de caju
¼ xícara de fubá de milho
¼ xícara de flocos de quinoa (ou amaranto)
2 col sopa de óleo de côco
2 col sobremesa de melado

Pulse as castanhas em um processador até virarem uma farofinha. Junte os demais ingredientes e misture novamente até ficar homogêneo. Fosse uma forma pequena de aro removível e leve ao forno a 170º até dourar. Recheie com os pêssegos, salpique castanhas moídas por cima e leve ao fogo por mais 10/15 minutos ou até as castanhas ficarem douradinhas.

Sirva morna, acompanhada de um café bem quentinho.




quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Procura-se um amor que goste de café.


O mundo é dividido em dois tipos de pessoas: as que amam café e as sem graça. Se você estiver no segundo grupo, nunca vai entender o sentido, a graça ou nada desse texto. Até quem sabe um dia. E se você odeia café, pode dizer: Manu, sem graça é você. Te amo mesmo assim. <3

            À parte minha paixão pelo pretinho – esse sim: amor verdadeiro, amor eterno – sempre busquei, (in)conscientemente, alguém que amasse café tanto quanto eu.

            Marcar primeiro encontro em um café. O infalível combo museu/exposição + café. O nada raro “vamos parar naquela padaria ali só pra tomar um cafezinho”, depois de horas se acabando de dançar, já com os sapatos na mão.

Puro glamour às 6 da manhã, mas se o cara topa esse tipo de furada, é meio caminho andado para um relacionamento sem frescuras. Um bom sinal. Um sinal maravilhoso.

Fiz minha parte, e também estive atenta aos sinais: o day after deveria, inexoravelmente, envolver uma xícara de café. Sem isso, o relacionamento estava fadado ao insucesso.

            Quer ver? Me oferece “um pão na chapa e nescau” logo cedo. Argh. É pra sair de fininho, o último que apague a luz.

            Minha regra do amor é: as melhores pessoas são aquelas que já acordam ligando a cafeteira.

            A ausência do café era o prenúncio do fim. Era batata! Quando ~acreditava~ na relação com um sem graça, ainda me esforçava pra inserir o hábito. Ai essas pessoas que tentam espremer uma relação... Sente o drama:

- Põe um pouquinho de leite.
- Já tentou com canela?
            - Com o tempo você acostuma...

            Mas não, gente. Acostuma nada. Ou gosta ou não gosta, quer ou não quer. Pra quê insistir, quando a gente sabe que não vai rolar? 

            O café pode sair uma bosta. São tantas variáveis... pó velho, estresse, água clorada, cansaço... o que vale é a intenção. Gosto por gosto, ele desce quente, cálido, redondo. E beijo de café é bom demais, mas não pode ser via de mão única.  

            Parei de insistir: pra ficar comigo, tem que me amar muito. Mais do que café, tem que aquecer alma, coração e ainda dar frio na barriga. <3

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Crio, logo existo: um suco e um amor.

Sim, um suco e um amor. 

Impressionante a energia boa que acontece quando a gente cria uma coisa que fica muito gostosa. Acho, sim, que é amor. E quando a gente espalha essa energia, ela volta nas formas mais incríveis! <3 Amo quando vocês me marcam em posts e dizem que lembraram de mim: AMO!

Um dia, uma amiga muito querida me pediu uma receita de suco verde. Pensei bem e achei um absurdo não ter um post sobre "sucos verdes" aqui no blog. Francamente: sendo algo que costumo tomar todos os dias, COMO eu não pensei nisso antes?

Absurdos à parte, a hora do suco verde ainda não chegou. Mas deixo vocês com uma seleção de sucos maravilhosos e que - verdes ou não - fazem parte do meu dia a dia. Dos mais recentes aos mais antigos, alguns dos meus sucos preferidos (siiim, esse post VAI ter uma continuação):

Bater no liquidificador 1 xícara de uvas verdes, raspinhas de limão, umas 4 folhas de hortelã e 1 copo pequeno de água. De verdade, um dos melhores que eu já fiz, e ainda dá conta de liquidar aquela uva que SEMPRE fica rolando na geladeira. 


Bater no liquidificador 2 rodelas de abacaxi, um punhado de amoras, 1 folha de couve e 1 copo pequeno de água.

Praticamente um sucão verde tradicional: 1 pera, 1 folha de couve, 1 limão espremido, gengibre ralado e 1 copo de água. Não tem tudo o que eu gosto de colocar, mas é um começo! 

Bater no liqui: 1/2 carambola, 4 morangos, 1 limão espremido, 2 tâmaras, manjericão, 3 gelos e 1/2 copo de água - é o típico suco LIMPA GELADEIRA, hahaha!!!

Bater tudo junto: 1/2 cenoura, suco de 1 limão, suco de 1 laranja pera, 1 rodela de gengibre, uns 2 dedos de água e um fio de mel. Se não quiser usar mel, dá pra adoçar com 1 tâmara - ela é minha opção preferida pra adoçar qualquer suco.  

Um dos mais lindos e fáceis: 3 morangos (congelados ou não), 2 folhas de hortelã, 100 ml de suco de uva integral e 2 pedras de gelo. Bate, bate, bate e nossa, como esse suco é bom.

Suco ~marrom~, bom pra antes de treinos: 4 morangos médios, 1/2 banana, uma mão cheia de rúcula, 10 folhas de hortelã, 100 ml de água. 



segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Como fazer: Manteiga de Amêndoas (Homemade Almond Butter)

Preparei essa receita há TANTO tempo que esse potinho aí da foto já está vazio, acreditam?

Gulodices à parte, essa é uma daquelas receitas que espanta marinheiros de primeira viagem e fazedores experientes de manteigas vegetais. 

Manteiga de amêndoas é a receita mais difícil, mais chata, mais demorada... MAS NÃO AQUI.

Assim que comecei a fazer minha própria manteiga de amendoim pura, entendi que um dos principais truques era o de aquecer as oleaginosas um pouquinho, para facilitar a liberação dos óleos. 

Já explico: enquanto você mói as nozes ou castanhas em temperatura ambiente, o motor do processador aquece, ajuda a triturar e liberar o óleo. Se amêndoa é a oleaginosa mais chata, não faz todo o sentido do mundo já começar com elas ligeiramente aquecidas?

Pois faz, e deu certo, e foi lindo. 

Fiz minha manteiga com amêndoas laminadas, sem casca, mas você pode fazer com amêndoas inteiras e conseguir uma receita mais escura. A minha ficou salpicada de pontinhos pretos porque adicionei uma pontinha de fava de baunilha enquanto batia.




Manteiga de Amêndoas:

2 e 1/2 xícaras de amêndoas laminadas OU 3 xícaras de amêndoas inteiras
1 processador eficaz
paciência

Aqueça suas amêndoas no forno a 180º. Eu gosto de deixar as amêndoas moreninhas - sem queimar -, pois prefiro o gosto das amêndoas tostadas. Despeje as amêndoas, ainda quentes, no processador e bata até obter uma manteiga bem lisa.
Triture, triture e triture. Assim como na manteiga de amendoim, as amêndoas viram uma farofa e grudam nas paredes do processador: você tem que parar de bater e soltar a massa das paredes, aproveitando pra misturá-la. Esse processo é repetido algumas vezes, até que as amêndoas vão começar a soltar o óleo e sua manteiga vai aparecer. É lindo, e quanto mais você bater, mais lisinha sua manteiga vai ficar.

Homemade Almond Butter:

2 1/2 cups sliced almonds OR 3 cups whole almonds
a nice food processor
patience

Roast your almonds at a 180º oven untl they are light brown and smelling good. Transfer them to the food processor and start processing. Work it , work it, work it. Scrape down the almonds from the food processor, as needed - you will have to repeat the process some times, until almonds start to release its oil and your almond butter will appear! It's so lovely, and the more you pulse your almonds, the smoother the butter gets. 


 

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Dona Granolinha: Granola Vegana Sem Glúten (Vegan Gluten Free Granola)

Batizei minha receita de Dona Granolinha porque às 11 da noite achei simplesmente muito, muito fofo. Aliás, vamos combinar que uma pessoa que resolve cozinhar às 10 e meia da noite não deve estar em seu juízo perfeito - batizar as comidas é o de menos, haha.

A verdade é que só tenho um arrependimento: não ter feito antes. 

Tinha que ser sem glúten. Eu não tinha flocos de absolutamente nada, mas tinha muitas oleaginosas,  sementes, flocos de côco e passas. Bom, muito bom.

Também queria uma granola sem grãozinhos de açúcar. Pensei em mel, mas me alertaram que cozinhar o mel altera as propriedades. Açúcar mascavo não ia rolar, então usei... um melaço de cana orgânico, lindo que tinha aqui em casa. 

PAH. 

Granola vegana sem glúten.

Antes de começar, é bom avisar: o cheiro que invade a casa enquanto a tua granola "assa" é uma coisa de louco. E vejam  que eu nem temperei ela com canela, cravo, chocolate ou outras delícias. Imagina quando eu fizer as outras versões? É tão gostoso, gente!

Já vi muitas receitas de granola por aí, e boa parte usa clara de ovo para dar aquela "liga", que garante que a granola fique meio juntinha, meio caramelada. Como nossa granola é vegana, optei por dar a liga com gel de chia. Pra fazer, é super simples: 1 colher de sopa de chia +  1/2 xícara de água, espere uns 3 minutos e use nessa receita normalmente, como se fosse uma clara de ovo. 

Vamos à receita?



"Dona Granolinha" - Granola Vegana Sem Glúten:


1/2 xícara de amêndoas (com ou sem pele)
1/3 xícara de castanha do pará
1/3 xícara de castanhas de caju
1/2 xícara de sementes de girassol
1/3 xícara de gergelim negro ou branco (pode usar um mix dos 2)
1/3 xícara de sementes de linhaça
1/4 xícara de flocos de côco (pode usar ralado)
1/2 xícara de passas (usei douradas, use as da sua preferência)
1/4 xícara de melaço de cana
4 colheres de sopa óleo de côco
1 colher de sopa de sementes de chia
1/2 xícara de água (para fazer o gel)


Antes de mais nada, prepare o gel de chia: misture a chia com 1/2 xícara de água e vá preparar o restante da receita.
Em uma tábua, pique os 3 primeiros ingredientes (amêndoas, castanhas de caju e do pará) com uma faca. Não precisa ser miudinho, basta picar grosseiramente - se quiser, deixe alguns inteiros ou pela metade. Adicione os demais ingredientes secos: as sementes de girassol, o gergelim, linhaça, o côco, as passas e misture bem.
Adicione, em seguida: o óleo de côco, o melaço e o gel de chia.
Misture tudo muito bem e despeje em uma assadeira coberta com papel manteiga.
Leve ao forno pré aquecido a 160 graus (sim, é bem baixinho mesmo) por aproximadamente 50 minutos, ou até a sua granola ficar linda e dourada. Após 20 minutos de forno, dê uma boa mexida na mistura. Depois, vá mexendo a cada 10 minutos - até a granola ficar pronta. 
Retire do forno e deixe esfriar, SEM MEXER. 
Assim que estiver fria, descole a granola do papel manteiga com cuidado, quebre os pedaços e guarde em um recipiente bem vedado por até 1 mês.

É amor no potinho ou não é?



Vegan Gluten Free Granola:
1/2 cup almonds
1/3 cup brazil nuts
1/3 cup cashews
1/2 cup sunflower seeds 
1/3 cup sesame seeds
1/3 cup flax seeds
1/4 cup coconut flakes (without sugar)
1/2 cup raisins 
1/4 cup molasses
4 tbsp coconut oil
1 tbsp chia seeds
1/2 cup water

First things first: combine water and chia seeds (to create chia gel), let it rest and prepare the remaining recipe. 
Coarsely chop the almonds, brazil nuts and cashews. Add the remaining dry ingredients: sunflower seeds, sesame seeds, flax seeds, coconut flakes, raisins and give a good stir.
Add the coconut oil, molasses and the chia gel.
Combine everything together and pour the granola into a baking sheet lined with parchment paper.
Bake it at 160ºC - yes, very low, for approx. 50 minutes, or until your granola turns lovely and golden. After 20 minutes in the oven, give it a good stir, then stir it every other 10 minutes - until it's ready.Remove from the oven and let it cool - NO STIRRING THIS TIME.
As soon as it cools off, remove it from the parchment paper, break apart clumps and store into airtight containers for 1 month.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Como fazer: Leite de Castanha do Pará (How to: Homemade Brazil Nut Milk)

Esse é um dos melhores leites vegetais que já fiz. Ganhou, de longe, do meu amado leite de amêndoas: mais barato, mais cremoso e mais gostoso! <3 

Tenho comprado as oleaginosas em quantidades maiores (sempre sem sal) e conservado no freezer em sacos transparentes, para não correrem o risco de mofar. Desse jeito, você acaba pagando mais barato e sempre tem ingredientes à mão para receitas ou um lanchinho rápido.

Por falar em lanche, castanha do pará, pistache e castanha de caju são minhas oleaginosas preferidas nessa hora: elas não precisam ser tostadas pra ficarem gostosas - como as amêndoas precisam. Aliás, pistache é tão, mas tão gostoso, que dá pra entender porquê ele vem com aquela casquinha chata. Se fosse fácil, a gente não parava de comer! #quemnunca

Usei esse leite pra fazer uma variação daquele mingau de quinoa super nutritivo (receita aqui), em breve coloco a receita e uma dica pra poder fazer uma sobremesa delícia com banana também. Achei incrível a textura do leite, mais cremoso em comparação com o leite de amêndoas. Vale a pena fazer!



Leite de Castanha do Pará:

1 xícara de castanhas
4 xícaras de água filtrada

Deixe as castanhas do pará de molho em 2 xícaras de água filtrada da noite para o dia, ou por umas 2 horas, no mínimo. Descarte a água e bata as castanhas em um liquidificador com 2 xícaras de água filtrada, até que a mistura obtenha uma consistência leitosa - bater por uns 2/3 minutos.
Coe a mistura, de preferencia em um pano bem fininho, para obter o máximo de líquido.
Consuma em no máximo 2 dias.

Brazil Nut Milk:

1 cup brazil nuts
4 cups of filtered water

Soak the almonds in 2 cups of filtered water overnight, or at least 2 hours. Rinse and drain the nuts and blend them along with 2 cups of filtered water for about 2/3 minutes. Strain the nuts with a cheese cloth/nut bag, pressing the nuts to obtain all the milk.
Store in the refrigerator for no more than 2 days.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Meu setembro - notícias do lado de cá.

Setembro acabou, e eu não sei dizer se ele passou ou se voou: só sei que fui carregada por este turbilhão que foi nosso mês 9. Planejei fazer algumas coisas - não consegui fazer tudo, mas posso dizer que de uma forma geral, foi um mês muito bom. 

Tirei algumas coisas da cabeça, coloquei outras, não consegui cumprir metas que tinha estabelecido e acabei me surpreendendo com coisas que não me imaginava capaz. Quer dizer: a gente acha que controla a vida. na-na-não.

Como já deu pra perceber, a cozinha ficou pronta. Não posto tanta coisa porque tenho feito as receitas em quantidade maior e acabo congelando pra ganhar tempo - o que significa pratos repetidos em alguns dias: eu não ligo pra comida repetida, mas é sempre bom postar novidades, né? Então vamos falar de comidinhas e outras coisas diferentes desse setembro!

A Tequesos - iniciativa do venezuelano Juan Leon - me mandou uma caixinha de delícias para eu experimentar e contar pra vocês como foi a experiência. Tequesos são aperitivos venezuelanos feitos com uma massinha recheada - na versão salgada são recheados com queijo e na doce, de chocolate. #aimeuspecadinhos 

Pra não embarcar no #comologoexplodo, deixei pra fazer os rolinhos em uma sexta-feira festiva com meus vizinhos: foi um sucesso! <3 Estávamos tomando um drink de maracujá, limão galego e limão siciliano:



Apesar de muito gostoso, meu Tequesos explodiu. Falha nossa, produção! Mesmo esparramado, como ficou gostoso! Ele parece ser recheadinho com queijo de coalho, e vem acompanhado de um molho de coentro que é um arraso! A combinação é certeira e a galera ficou pedindo mais! Detalhe: congelei o molho, com medo de estragar, e ele descongelou perfeitamente. <3 


Falando em comer coisas diferentes, tinha que compartilhar com vocês esse prato: é uma das entradas do menu de almoço do Le Vin, e eu achei uma delícia. Chama Brandade de Bacalhau, e vem com esse tomatinho meio assado recheado com tomatinhos e cebola picados e mega temperados.




Não gostei nem um pouco do prato principal, era um peixe com molho branco aguado - comi o peixe, belisquei os legumes e ignorei o molho, que achei bem ruim. Não se pode ter tudo. =(

Outro pratinho interessante: bolinho de cenoura do Pomar Orgânico. Achei mais bonito que gostoso, por motivos de: faltou cenoura. Ainda assim, a calda é super gostosa.



Voltei no Pomar Orgânico pra conhecer o café da manhã, e olhem... é muito bom! A cesta de pães sem glúten vem quentinha e apetitosa acompanhada de manteiga ghee - MAS se eu fosse você, não deixava de pedir a pastinha de castanha de caju com ervas de Provence. Mas só se eu fosse você. 



Mas o que me conquistou o coração assim, de jeito, foi a granola ali em cima. Dona Andrea Henrique, QUE GRANOLA É ESSA? Ela parece ser caramelizada, tratei de misturar no mamão com uma colherada de mel e foi TIPO SENSAMARA. Não conseguia parar de comer, devorei mesmo. <3 

Falando em devorar, 1 minuto de respeito por esse vasinho lindo de manjericão. SIM, dá pra ter horta em apartamento. Moramos a vida inteira em casa e ia ser difícil ficar sem alguma coisa viva dentro de casa, sabem? 



Nesse mês doido também fiz uma visitinha a São Paulo. Não estava nos meus melhooores dias, mas foi bom pra rever uma amiga mui querida e encontrar esse céu.



e tomar esse café. <3



Momento off topic culinário da vez: conheci recentemente essa marca de Ilhéus, a Avatim. Tô positivamente apaixonada por esse esfoliante, que vem em um nada modesto pote de meio quilo. O cheiro é uma coisa de louco e o "açúcar" faz uma esfoliação poderosa. Chama "Açúcar em óleo para esfoliação de cupuaçu e castanha do brasil". Adorei!



A convite do Biofenac (obrigadaaa!), corri o Circuito das Estações - Primavera dia 28 - e ganhei massagem depois! <3 Fiquei com dó da pessoa que encarou meus nós (de setembro) no pescoço/ombros/coluna. Pessoa (que eu não lembro o nome), você foi uma fofa, obrigada também! 



Pra variar... encontrei com a Lu, minha amiga querida! Às vezes a vida coloca na nossa frente situações (extra)ordinárias. Acho que ela faz isso só com quem sabe como lidar com elas, ou com quem precisa aprender alguma coisa em algum momento. Mas tudo acontece por um motivo - e tudo há de se resolver!

É isso! Que outubro seja leve, que outubro seja doce, pra todos nós! =)